Platinum #11: Spyro the Dragon

Crescer jogando no PlayStation original foi uma verdadeira sorte para mim. Porém, a seleção de jogos que tínhamos em casa dependia totalmente das escolhas dos meus pais. O resultado disso? Um misto de clássicos e verdadeiras bombas.

Felizmente, em algum momento, acabamos com uma cópia de Spyro the Dragon, que logo se tornou um dos meus favoritos. O que aconteceu depois, no entanto, foi um pouco frustrante: não consegui jogar Spyro 2: Gateway to Glimmer e Spyro: Year of the Dragon, pois meus pais não acharam que valia a pena.

Quando finalmente joguei a Spyro: Reignited Trilogy, decidi me dedicar apenas ao primeiro jogo da coleção. Os outros até chamaram minha atenção, mas a nostalgia só rolava para o primeiro. E olha, que delícia foi revisitar essa aventura!

A jogabilidade do Spyro ainda se destaca entre os outros platformers 3D. A forma como você se movimenta e as habilidades que tem na palma da mão são bem peculiares. O design das fases também é diferente. Você tem grandes mundos que se conectam a níveis diversificados e uma exploração tranquila, sem pressa.

Quando eu era criança, adorava correr de forma aleatória por cada fase, e isso me fez conhecer cada cantinho, especialmente os primeiros. O remake foi incrível; era como reviver uma memória de infância com uma nova roupagem.

Decidi ir atrás do troféu de platina no Spyro 1 porque a ideia de completar tudo em um jogo que amo desde os oito anos parecia divertida. Esse troféu é daquele tipo “faça tudo”, que é sempre um incentivo legal em um jogo de plataforma 3D.

Apesar de não ser um desafio imenso, esta platina é especial para mim. Quem sabe um dia eu me aventure novamente nas sequências para pegar os troféus de lá também. Mas por enquanto, o primeiro jogo é o meu porto seguro. É tudo que eu quero: libertar dragões, atrás de ladrões de ovos e alimentar borboletas para o Sparx. Ah, como eu amo Spyro!

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