Resident Evil Requiem – O que estão achando do jogo?

A Capcom está prestes a revolucionar o universo de Resident Evil com Resident Evil Requiem, que chega oficialmente em apenas um mês. Os fãs da franquia vão se deparar com um retorno muito aguardado: Leon Kennedy, especialista em combate biológico, agora divide os holofotes com a novata Grace Ashcroft, uma personagem que traz frescor e vulnerabilidade à narrativa.
O grande diferencial deste título é a experiência híbrida de jogabilidade: os jogadores podem alternar entre primeira e terceira pessoa, e essa mudança não afeta apenas a câmera, mas também como cada protagonista interage com o devastado cenário de Raccoon City.
Jogabilidade estratégica e sobrevivência com Grace

Grace Ashcroft se destaca por uma abordagem mais tática e investigativa. Com um inventário reduzido e pouca experiência militar, ela não consegue enfrentar os inimigos mais robustos do jogo. Cada passo é calculado, cada porta aberta exige estratégia e atenção, tornando a sobrevivência um verdadeiro desafio.
Essa vulnerabilidade cria uma conexão emocional com o jogador, que sente a tensão e o medo da personagem em tempo real. A mecânica estimula a reflexão: fugir, observar ou apenas sobreviver se tornam decisões críticas, tornando cada momento imersivo e memorável.
Leon Kennedy: ação intensa e frases de efeito

Em contraste, as seções protagonizadas por Leon Kennedy são explosivas e diretas. Com um arsenal variado — incluindo serras elétricas, machados e ataques físicos — o veterano elimina hordas de mortos-vivos com eficiência. Além disso, sua personalidade marcante garante frases de efeito que reforçam seu status lendário dentro da série.
Essa alternância entre tensão estratégica com Grace e ação visceral com Leon cria um ritmo dinâmico, mantendo o jogador sempre atento e engajado, sem perder a sensação de terror e urgência que a franquia consagra.
Narrativa compartilhada que transforma a experiência
Um dos pontos mais inovadores de Resident Evil Requiem é a história compartilhada. As ações de um personagem podem afetar a trajetória do outro, permitindo que os jogadores vejam as consequências de cada decisão. Essa mecânica já existia em jogos anteriores da série, mas aqui é levada a um novo nível graças à alternância de perspectivas técnicas.
A Capcom consegue equilibrar o terror psicológico vivido por Grace com a ação direta de Leon, oferecendo algo que atende a diferentes perfis de jogadores, desde aqueles que buscam desafios estratégicos até os que preferem ação intensa.
Expectativa e inovação para 2026
Com o lançamento se aproximando, a expectativa gira em torno da imersão proporcionada pela primeira pessoa, especialmente nas seções de Grace. O contraste entre a vulnerabilidade investigativa da nova protagonista e o poder de fogo de Leon cria um equilíbrio que promete agradar fãs antigos e conquistar novos jogadores.
A Capcom reforça que este título respeita o legado da franquia ao mesmo tempo que experimenta novas formas de contar uma história de terror, tornando Resident Evil Requiem uma das apostas mais aguardadas de 2026.
Para os entusiastas do gênero, este é o momento de se preparar para novas camadas de complexidade, estratégias inovadoras e uma narrativa que faz cada ação do jogador ter peso real no mundo devastado de Raccoon City.




Comentários estão fechados.