Indo para o platina #6: tudo sobre o jogo

Você leu certo: conquistei o Troféu Platina em “Everything”. Sim, esse é o nome do jogo, e não uma generalização!
Esse jogo é, no mínimo, uma experiência única. Ele explora o universo e todas as coisas — seres vivos ou não — que fazem parte dele. Com uma abordagem peculiar, “Everything” dá vida a milhares de personagens jogáveis. A movimentação é limitada, é verdade, mas a diversidade de elementos, que vai de animais a minerais, é impressionante. Já imaginou jogar como uma tesoura em um momento e, no próximo, ser uma nebulosa?
A Jornada no Jogo
Apesar de em alguns momentos essa abordagem mais “sandbox” poder parecer monótona, eu nunca senti isso. O jogo evolui de forma sutil, permitindo que você explore níveis superiores de existência e, ao mesmo tempo, reflita sobre as complexidades da vida. Essa progressão me capturou.
Um dos pontos altos são as reflexões filosóficas do criador, Alex Ward. Suas narrações aparecem frequentemente e acrescentam profundidade às temáticas existenciais do jogo, fazendo você considerar perspectivas que talvez nunca tenha pensado antes — tudo isso enquanto você junta casas e as faz dançar! É um verdadeiro convite à contemplação, algo raro nos games atuais.
Gameplay e Trophies
Se você estiver curioso sobre como é jogar, deixo aqui um incrível trailer de gameplay de 10 minutos que resume a essência do jogo. Se não der para jogar, esse vídeo dá um bom panorama da experiência.
Em relação aos Trophies, a maioria deles eu conquistei apenas jogando de maneira natural. O jeito como são descritos muitas vezes mantém o processo de desbloqueio envolto em mistério. Chegou um ponto em que só faltavam um ou dois para ganhar a platina; confesso que precisei dar uma olhadinha em como consegui-los.
Geralmente, eu iniciava o jogo e me deixava levar pela sua atmosfera. Era uma atividade relaxante e até meditativa ficar explorando seu mundo. A platina serve como uma lembrança doce desse período. É difícil imaginar outro jogo que me proporcionasse uma experiência tão única, então fico feliz em tê-la em meu gabinete de Troféus imaginário.
Agradeço, “Everything”, por essa jornada.


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