CEO da Microsoft pede para parar de chamar IA generativa de ‘lixo’

Recentemente, o termo “slop” foi eleito como a palavra do ano pelo dicionário Merriam-Webster. No contexto, essa palavra foi definida como “conteúdo digital de baixa qualidade, geralmente produzido em grande volume por meio da inteligência artificial”. Embora tenha sido muito usada em 2025, faz sentido em alguns casos.

Satya Nadella, CEO da Microsoft, não aprova essa caracterização negativa. Em uma postagem no SN Scratchpad, ele enfatizou a necessidade de ir além da discussão entre “slop” e “sofisticação”. Nadella defendeu que é essencial encontrar um novo equilíbrio no uso dessas ferramentas cognitivas que, segundo ele, influenciam como as pessoas se relacionam.

Ainda que a mensagem central de Nedalla seja clara, a forma como foi expressa está repleta de jargões difíceis. Isso deixa a leitura um tanto confusa. Para ele, a questão agora não é só sobre o futuro da tecnologia, mas também sobre como moldar seu impacto no mundo, especialmente no setor de games.

E, depois de tudo isso, é certo que a inteligência artificial vai ser um dos tópicos mais discutidos na indústria de jogos neste ano. Algumas empresas, como a Larian, já admitiram estar explorando as possibilidades da tecnologia. Ao mesmo tempo, outras, como a Sandfall Interactive, decidiram não usar mais IA após receber críticas por incluir arte gerada em seu jogo premiado, Clair Obscur: Expedition 33.

Os dilemas éticos no uso da IA não parecem ter uma solução à vista, já que essa tecnologia é alimentada, por sua vez, pela criatividade humana. Além disso, o impacto ambiental e econômico da IA será um tema central nas conversas deste ano.

Para a Microsoft e Nadella, que apostaram pesado na inteligência artificial gerativa, este ano pode ser decisivo para o futuro da empresa.

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