CEO da Larian sugere que críticos de jogos também sejam avaliados

Swen Vincke, diretor da Larian Studios, levantou uma discussão interessante sobre como os críticos de jogos costumam se comportar. Ele mencionou que alguns avaliadores acabam sendo “pessoais” em suas críticas, muitas vezes buscando mais atenção ou “likes” do que uma análise justa. É uma reflexão válida, considerando que, por trás de cada jogo, há um time de pessoas dedicadas, muitas vezes colocando um pedaço de si nas criações.

Ele reconheceu que é normal ficar curioso se um jogo vale o investimento, mas, segundo ele, as críticas poderiam ser mais simples. Em vez de se aprofundar em opiniões subjetivas, os revisores poderiam afirmar apenas que não gostaram do jogo ou que não acham que vale o preço cobrado. Afinal, isso já seria suficiente.

No entanto, as palavras de Vincke não passaram despercebidas e geraram uma onda de reações. Críticos e profissionais da indústria não hesitaram em manifestar suas opiniões. Jeff Gerstmann, ex-jornalista da GameSpot e Giant Bomb, foi um dos que se manifestou. Ele compartilhou que muitos críticos já enfrentaram uma avalanche de mensagens negativas, desde insultos simples até ameaças sérias, apenas por darem notas que não agradavam a alguns fãs. Segundo ele, isso pode ser bastante desgastante.

Chris Tapsell, vice-diretor da Eurogamer, também se envolveu na discussão. Ele comentou que críticas pessoais podem comprometer a credibilidade do avaliador, destacando que é essencial manter um nível de objetividade.

Essas trocas de ideias nos lembram que críticas de jogos vão muito além de uma nota. Elas podem impactar a vida e a carreira de quem escreve. Essa dinâmica no mundo dos games é intrigante e nos faz pensar sobre o papel da crítica e das emoções envolvidas nesse processo.

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