Final Fantasy VII Remake Parte 3 ganha nome e usa Unreal Engine 4

A parte 3 de Final Fantasy VII Remake segue firme no desenvolvimento com a Unreal Engine 4. Quem confirma isso é Naoki Hamaguchi, o diretor dos jogos, em uma entrevista recente. Ele também mencionou que o subtítulo do terceiro game já foi escolhido, mas ainda não revelou qual é.
Esse projeto tem se mostrado tão ambicioso que está planejado como uma trilogia. Começou em 2020 e, se tudo correr como esperado, poderá se estender até 2027 para o lançamento do último jogo. No meio desse caminho, em 2022, a Unreal Engine 5 foi apresentada, trazendo uma nova versão do motor gráfico usado na série.
Entretanto, os desenvolvedores optaram por continuar com a tecnologia que já estão familiarizados. Hamaguchi já havia comentado sobre essa possível escolha no ano passado, e agora reafirma que “nós temos usado a Unreal Engine 4, mas fizemos muitas mudanças para adequar às nossas necessidades”. Ele enfatiza que é mais vantajoso utilizar uma ferramenta que eles conhecem bem e que já foi customizada para se encaixar nas exigências do projeto.
Final Fantasy VII Rebirth e O Switch 2
Essa decisão de manter o jogo na Unreal Engine 4 pode facilitar uma futura adaptação para o Switch 2. O console já demonstrou que é capaz de rodar Intergrade, a Parte 1 dessa trilogia de remakes, e isso gera expectativas sobre qual será o desempenho do próximo título no portátil.
Recentemente, Hamaguchi fez essa declaração durante a promoção do port de Final Fantasy VII Intergrade para o Nintendo Switch 2. Ele também comentou sobre os desafios que a Parte 2 enfrenta no console. “Enquanto conseguimos fazer o Rebirth funcionar no Switch 2, ainda precisamos assegurar que a taxa de frames por segundo seja estável”, explicou. Os engenheiros da equipe estão focados em otimizar a experiência para os jogadores.
Essas informações quentes sobre o desenvolvimento da trilogia e o futuro de Final Fantasy mostram como a equipe está comprometida com a qualidade e a experiência do jogador, tudo isso enquanto navegam por novas tecnologias e plataformas.



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